FREE WEEK - 25/03/2014 - 31/03/2014
Saudações, Invocadores! Confira quais são os Campeões grátis da Semana 11.
Splash Art
Splash art do Fizz do Vazio e do Rumble SuperGalático foram divulgadas. Foram adicionadas ao PBE recentemente as splash art's do Fizz do Vazio e Rumble SuperGalático.
Comece abril com uma Skin Misteriosa!
Vamos começar o mês de abril com Skins Misteriosas! Quando você comprar uma Skin Misteriosa, você receberá uma skin aleatória dentre as disponíveis na loja e que valham de 520 RP para cima. Assim como aconteceu na primeira rodada, você só poderá habilitar skins para Campeões que você tiver. As Skins Misteriosas estarão disponíveis na aba Skins da loja por 490 RP e o limite é de cinco por dia. Não perca as Skins Misteriosas, que vão de 1º a 4 de abril!
Keyd Stars conquista a BGL Arena #3
O título da primeira BGL Arena de 2014 ficou com a Keyd Stars, nova equipe do cenário brasileiro formada por Mylon, brTT, Loop e pelos coreanos Winged e SuNo. A Keyd passou por KaBuM (2 a 1) e CNB (2 a 1), e reencontrou a KaBuM na final, vencendo por 3 a 0. As partidas aconteceram na Arena X5, em São Paulo, no sábado e domingo (22 e 23 de março), no sistema de eliminação dupla em partidas melhor-de-três.
28/07/2014
Uma Nova Alvorada
11:56
Unknown
O dia nasce sobre um cenário consagrado com sangue e aço. Uma batalha começa ao nascer de uma nova alvorada.
Depois de Uma Virada do Destino, criamos Uma Nova Alvorada para explorar interpretações concretizadas de Campeões e lutas de equipe brutais de maneiras nunca antes vistas.
Fonte: http://br.leagueoflegends.com/pt/page/uma-nova-alvorada
22/07/2014
Sexismo e Jogos Online [parte 3-final]
11:27
Unknown
Oi gracinhas da minha vida! Sigo com a terceira (e última) parte do artigo sobre Sexismo e Jogos Online. Peço desculpas por não ter postado ontem, faltou tempo. Enfim, vamos lá!
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Contexto: a KeSPA (Korean e-Sports Association, Associação Coreana de e-Sports) sediou o Desafio Amador deste ano que apresenta, exclusivamente as equipes só de mulheres do cenário profissional coreano (OGN).
O campeonato de ligas exclusivamente femininas, apesar de intrinsecamente errado, é atualmente a única real oportunidade das mulheres romperem a barreira de gênero da cena. As pessoas já têm comparado a outras ligas amadoras, mas o que dá às meninas com interesse em pro-gaming uma oportunidade de criar um ambiente competitivo, onde elas são capazes de melhorar, ganhar experiência como equipe e competir no nível máximo, além de ter uma chance de ganhar a vida com jogos competitivos. Status profissional, como em ‘ganhar a vida jogando video games’, é algo que as mulheres não têm chance de alcançar, e este campeonato muda isso!
Embora a segregação de sexos seja errada, no caso do pro-gaming isso pode levar até uma audiência igual entre homens e mulheres, uma vez que existem mulheres com alto nível de habilidade, com experiência, poderíamos ver uma subida de um time feminino para a LCS, e mais além. Isso, de fato, faz do e-Sports uma cena onde qualquer um pode tornar-se grande.
A liga feminina é uma solução que nasce da falta de alternativas. O fato é que, neste momento, esta a única chance que as mulheres têm de se tornarem relevantes no e-Sports e isso mostra o quão profundamente enraizada esta questão está. Há meninas por aí que podem e querem competir no mesmo nível de outros jogadores profissionais, mas, como todos os argumentos acima apontam, a comunidade e a cena têm sido lentos para adaptar-se ao crescente interesse nos jogos entre as mulheres.
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Ligas femininas servem para equalizar artificialmente o número de homens e mulheres que competem profissionalmente. Quanto mais mulheres sendo envolvidas na cena, mais elas começarão a apontar para uma carreira no eSport. E este é o aspecto incômodo de toda a questão – que não estamos assim tão longe como uma comunidade para corrigi-la, apenas nos recusamos a reconhecer que o problema existe, devido à noção pré-concebida de que os jogos e as ligas que os profissionais jogam são apenas para meninos.
Em uma seção anterior, eu toquei no assunto que nenhuma equipe da LCS tem uma mulher em sua lista. Isto não é só aplicável aos membros das equipes mais famosas; várias equipes não têm um único membro do sexo feminino. Isso prova o quão machista é a indústria de jogos. Isso é ruim? Certamente. Devemos considerar se apreciamos ou não mais o talento do que o conforto de um ambiente mono-gênero. As pessoas que leem esse artigo estão entre os jogadores dedicados e os telespectadores de eSports e League of Legends. Eu suponho que todos nós queremos a mesma coisa: a melhor experiência profissional possível e um esporte que possa manter a comunidade unida.
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O que eu posso fazer para melhorar isso?
Todo mundo pode tornar isso tudo mais fácil simplesmente evitando observações misóginas que nunca usariam pessoalmente. Ao se referir a um jogador, fale sobre sua habilidade, pontos fortes e fracos e exclua o gênero de sua mentalidade. Isso vale para os dois lados: se você usar o seu decote para atrais pessoas para atrair pessoas para a sua stream, então você sabe que tipo de pessoas esperar. Permita-me citar parte de um artigo incrível da Jackie Lee, jogadora de Magic the Gathering:
- Piadas de gênero não são engraçadas, são insensíveis.
- Busque criticismo e expresse críticas ao mau comportamento.
- Não insulte alguém com base em seu gênero (ou raça, ou sexualidade – todas essas características não determinam qualidades de uma pessoa).
Note que todos estes pontos se relacionam com mulheres e homens. A igualdade de gênero vai nos dois sentidos.
Fonte: News of Legends
Análise – Patch 4.11
10:25
Unknown
Bem-vindos a mais uma análise! Hoje veremos as mudanças do patch 4.11 que afetaram junglers/jungle, juntamente com modificações em vários campeões populares.
Nerfs: Braum, Jax, Kayle, Skarner, Yasuo, Ziggs
Buffs: Nautilus, Nidalee, Vladimir, Zac
Alterações: Maokai
Buffs
Nautilus: a redução do cooldown da passiva vai torna-lo muito forte no late game, especialmente contra campeões que estão se tornando mais populares como o Galio.
Nidalee: já encontrei algumas em um nível absurdo de poder, logo no patch em que ela foi atualizada (4.10), e algumas completamente inúteis. Acredito que as mudanças desse patch farão ela se tornar mais forte. Atualmente cerca de 27% das Nidalees estão fazendo Rabadon, o que significa que muitas ainda estão indo pelo caminho de AP, mais especificamente puro AP. Apesar da taxa de vitórias dela no SoloQ estar bem ridícula no momento, as alterações poderão balancear isso, em sinergia com seu kit único.

Vladmir: agora ele pode oferecer um pouco mais de utilidade quando estiver em sua poça, apesar de que as mudanças não serão notadas de imediato. Com os campeões AD crescendo em popularidade, talvez essa mudanças o torne mais efetivo contra aqueles que acumulam resistência.
Zac: muito pouco, muito tarde, mas pelo menos as mudanças nos itens vão beneficiar ele. Estou hesitando dizer que ele voltará nesse patch, mas quem sabe em alguns patchs futuros.
Nerfs
Braum: ainda um excelente campeão. As ÚNICAS pessoas que dizem que ele não é/está tão forte agora SÃO as MESMAS que pessoas que estão tentando tirar ele da lista de permaban.
Jax: um nerf que já estava marcado para chegar e que o afeta como um todo. Ele provavelmente ainda será muito forte e não terá seu título de “top lane mais forte” (para não dizer OP ou Broken). Provavelmente teremos a volta de outros top laners (igualmente Broken) como Irelia, Jarvan IV e Darius (talvez ele não xD).
Kyle: será interessante em ver como esses nerfs irão afeta-la, já que todos são baseados em números. Contudo, é difícil saber quem tomará o lugar dela. Aposto minhas fichas na Katarina.

Alterações
Maokai:
- Q: nerfado, mas nada de mais;
- W: tempo de cast foi retirado, o que reduz a chance do inimigo usar flash muito cedo, que pode ser bom ou ruim dependendo da situação. O dano em % é muito bacana, especialmente em níveis altos onde ele terá mais presença em team fights;
- E: boa mudança para as mudas; concede a ele a utilidade necessária, já que a ult dele foi nerfada;
- R: o fato da ult agora ser ativada onde o Maokai estiver foi um grande nerf, tira parte da sua utilidade e ainda teve o raio reduzido.
No geral, acredito que ele recebeu um buff, mas talvez ele precise de algo mais para voltar a ser forte.
Skarner: nerf pouco influente, ele ainda é forte.
Yasuo: um nerf considerável para ele. Não sei se isso era necessário, mas definitivamente afeta o dano dele no early game.
Ziggs: pequeno nerf, já que ninguém necessariamente reclama DELE, mas ele parece ganhar MUITAS partidas.
Mudanças na Jungle
O novo Casaco de Plumas é um item bem interessante, e vai agilizar o tempo para limpar campos de campeões mais tanks como Nautilus. Podemos ter a volta do Shen na jungle. O fato de este item poder se transformar no Espírito do Golem Ancião ajudará os junglers na transição da jungle para team fights e também reduz a vantagem que muitos junglers de dano tinha antes desse patch.
Cuidado com o Amumu, ele pode estar no seu auge.
O que acharam? Concordam ou não? Por favor, deixem seus comentários.
Fonte: Nerfplz
14/07/2014
22/06/2014
Sexismo e Jogos Online [parte 1]
20:54
Unknown
Oi pessoal, como estão? Depois de algumas (muitas) semanas trabalhando neste artigo, venho divulgá-lo a vocês. Foi muito difícil saber por onde começar. Sei que o texto será longo, mas espero, do fundo do meu coração, que vocês leiam e compreendam. E também espero respeito (ou reXpeito, para os fãs, haha).
Para começar, explico que e porque feminismo não é o contrário de machismo, como muito leio pela internet. Feminismo é a busca por direitos iguais em geral. Machismo é a dominação do homem sobre a mulher, coisa que acontece desde os primórdios da humanidade. Não posso me estender aqui também, pois, se eu o fizer, ninguém vai querer ler o texto de tão grande que ele ficará.
A ideia de escrever um artigo sobre isso estava agarrada na minha cabeça há tempos. Sei que não será bem aceita por todos, mas espero surpreender-me.
Há algum tempo, enquanto jogava uma partida de League of Legends, fui surpreendida por um ataque gratuito de um companheiro de equipe. Sim, a pessoa que estava no meu time começou a me xingar do nada. De “vagabunda” a “vai lavar uma louça”, procurei entender o que eu fiz para ler aquelas barbaridades. Subi o chat e vi que havia falado “obrigada” após outro companheiro de equipe elogiar uma jogada minha. Bastou agradecer no feminino para eu ser bombardeada. Eu, então, disse que o reportaria e o mutei durante o tempo da partida. Lembro que ganhamos a partida. Eu o reportei e, enquanto escrevia o motivo, meu coração ficou apertado e chorei. Não bastando tudo aquilo, a pessoa me adicionou. Ingênua, pensei ser para que ele pudesse pedir desculpas. Ledo engano. Os xingamentos continuaram. Resolvi mandar um ticket para a Riot e recebi uma resposta evasiva, o que me deixou mais chateada ainda.
A partir daí, passei a evitar falar em primeira pessoa no feminino, mas nem sempre é possível, afinal, sou mulher e, desde que aprendi a falar, uso a primeira pessoa no feminino. Houve um tempo em que isto não fez diferença mais. Fiquei feliz. Mas como tudo que é bom dura pouco, não demorou para eu ser atacada com palavras ofensivas novamente. Infelizmente, nos jogos online em geral, se você comete um erro, raramente você será compreendido e “desculpado”, mas xingado. Se você é mulher, será xingada duas vezes: uma pelo erro, outra pelo simples fato de ser mulher. Mais uma vez, por isso, resolvi não interagir durante as partidas. O que tornou o jogo muito chato. E por que diabos eu tenho que me calar para evitar ser xingada por ser mulher? Isto é o machismo. A opressão do homem sobre a mulher. E eu não podia, nem devia, me calar.
O estopim para este artigo finalmente sair da minha mente para o Word foi uma partida ranqueada na qual, apesar de ter acabado 0/5/4, fui bastante elogiada por companheiros de equipe e até pelo time inimigo. Meu time não jogou mal, mas o outro time tinha sinergia e modo de jogar extraordinários. Acho que foram poucas as vezes em que fui tão ofendida em toda minha vida; não sou velha, mas olha, já vivi bastante. Chorei, mas chorei tanto que fiquei com dor de cabeça. Não apenas pela ofensa, mas pensei em todas as mulheres do mundo que passam pelo mesmo e por situações muito piores que não serão discutidas aqui.
Motivos e “inspirações” expostos, sigo com uma tradução de um ótimo artigo que o FacaNaBota me enviou (VALEU SEU FOFO LINDO).
*aproveito para repudiar a “dica” da Riot sobre as skins Patrulheirx, que diz algo sobre elas incluírem óculos escuros e ~machismo~. Acho que faltou pesquisa da parte deles.
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Eu acredito que os gamers precisam de uma perspectiva realista sobre o problema do sexismo no eSport. Os pontos dos quais esse artigo tratará são:
- comentários sexistas e piadas misóginas com as quais crescemos acostumados como resultado de uma constante estereotipificação;
- a dominação da cultura dos games pelos homens;
- o impacto do Team Siren no cenário profissional e a percepção negativa que elas criaram para as mulheres que querem se tornar jogadoras profissionais; e
- gamers mulheres sendo forçadas a expressar abertamente seu gênero ou escondê-lo por inteiro.
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Todos nós gostamos de fazer nossas próprias suposições sobre um grupo de pessoas que têm um comportamento parecido. Estereótipos tornam a vida mais fácil para a gente, mas também nos levam a uma completa falta de compreensão na sociedade e, quase sempre, promovem discursos de ódio, abuso e assédio moral. Então, comparando aos homens, quanto realmente se sabe sobre o que as mulheres passam quando tentam ter os games como um hobby ou profissão?
Há uma enorme diferença entre a forma como dois jogadores, um homem e uma mulher, são vistos pela maioria. As mulheres são condenadas e intimidades por serem consideradas incapazes de competir emgames ao lado dos homens, porque a maioria (homens) assume que as mulheres não conseguem ter a mesma habilidade em vídeo games que os homens, o que não é verdade. Vou explicar.
Não existem estudos que mostram que as mulheres são jogadoras mais fracas do que os homens. Você pode usar o argumento de que há muito mais homens do que mulheres no cenário profissional, e casualmente também, mas isso é devido à forma como os jogos foram, originalmente, comercializados e como o ato de jogar foi atribuído e socialmente sustentado como um papel do gênero masculino. Como resultado disso, as mulheres tiveram menos tempo para desenvolver grandes interesses em jogos, assim como desenvolver as habilidades necessárias para competir em um nível superior e contribuir de forma significativa para o jogo, tanto em conquistas como em números.
No entanto, isso não significa que os games não terão fortes competidoras do sexo feminino. Por exemplo, a Scarlett, jogadora de StarCraft II, é reconhecida como uma dos jogadores mais fortes da cena atual, sempre vencendo adversários do topo do ranking, apesar de ser uma “mulher gamer”. Ela, porém, é uma das poucas, o que é um problema. As mulheres são menos incentivadas a ter um jogo como um hobby, como uma consequência de o resto da comunidade aliená-las. O problema do sexismo no cenário profissional começa na base da pirâmide. Se a indústria se moldar ao interesse feminino e começar a comercializar igualmente para ambos os sexos, nós veremos o problema resolvido com mais seriedade.
Nós estabelecemos que as mulheres são reprimidas no jogo e isso se deve às táticas de marketingutilizadas no começo da indústria, juntamente com a incapacidade de a comunidade se ajustar adequadamente ao crescente fluxo de mulheres se interessando por jogos. Pro-gaming não é uma profissão viável para as mulheres no momento e, no entanto, a indústria não tem se esforçado para alcançar o público feminino. As circunstâncias criaram uma situação em que as mulheres que desejam ganhar a vida por meio de seu hobby são forçadas a encontrar formas alternativas para fazê-lo, visto que seu gênero é um prejuízo para tanto.
Uma dessas formas alternativas é a stream. Transmitir os jogos gera receita através de contagem deviewers, e não da habilidade (às vezes, habilidade resulta em um público maior, mas não é um requisito neste caso). Isso favorece um gênero sobre o outro, pois a aparência e o caráter geram atenção mais rapidamente do que apenas a habilidade, na maioria dos casos. Note que isso não inclui todas as streamersmulheres, mas essa é a realidade. Isso porque a maioria das mulheres fica sem oportunidade de seguir uma carreira pro-gaming, mas “streamar” é, de certa forma, fácil para elas, mas é perceptível a diferença entre as duas carreiras.
As mulheres não costumam se envolver em streaming com a ideia de vender sua aparência, mas elas se aproximaram de um cenário que foi (e ainda é) estranha na forma como as aceita. Explorando traços do gênero para ganhar dinheiro não é uma decisão consciente tomada pela maioria – é, simplesmente, uma alternativa lógica para o pro-gaming quando este falha em proporcionar às mulheres o ambiente adequado para uma profissão.
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A maioria dos jogadores só teve experiências ruins com equipes femininas. Ter meninas competindo empro-gaming é um conceito recente e está sobrecarregado, não apenas pelo preconceito da comunidade, mas pela segregação no mundo real. São poucas as oportunidades que as mulheres tiveram de serem reconhecidas no eSport, e ainda afundaram na história, tornando-se exemplos doloridos e isso tem agravado o problema. Esse é o caso do Team Siren.
Acredito que a maioria já tenha assistido ao vídeo de apresentação delas. Pode-se dizer, imediatamente, que esse promo não foi bem pensado. Implicou-se que o time (Ouro I, na época) era capaz de assumir qualquer competição profissional. As sirens (sereias, em inglês) tentaram vender imaturidade e atitude esnobe para o público e isso causou um impacto severo na percepção das pessoas sobre jogadoras profissionais.
Trash-talking dos times inimigos só serviu para degradar ainda mais a imagem do Team Siren. A reação da equipe em relação à repercussão para a comunidade, juntamente com sua má gestão, forçou as sirens a acabarem com o time após um mês de criação. Ironicamente, a morte dessa equipe pode ter beneficiado as mulheres que desejam competir no eSport por chamar atenção à questão de que há quase nenhuma pro-gamer atualmente. Atitude e marketing (ruim) a parte, as sirens foram corajosas o suficiente para se colocarem no centro das atenções como um time de mulheres mirando para a grande cena profissional. Se o foco maior fosse no jogo e menos na venda de uma imagem, a equipe poderia ter sido um sucesso.
Continua...
Heart of Gold escondido na loja da nova Summoners Rift
20:32
Unknown
A nova Summoner's Rift está disponível no PBE e muitos jogadores já forão atrás de bugs, easter eggs e etc. Um deles, é o antigo item, Heart of Gold, escondido na loja do vendedor do lado vermelho. O Heart of Gold era um item muito adorado pelos jogadores, mas foi retirado no update da Season 2 para Season 3. Será que poderemos ter a volta do Heart of Gold?
21/06/2014
16/06/2014
Confira a partida de Exibição entre Najin e Samsung Galaxy na Summoners Rift atualizada!
20:46
Unknown
Para quem está por aí de manhã, vale a pena conferir o jogo de exibição que ocorreu esta manhã entre as organizações coreanas Najin e Samsung Galaxy! E o melhor: Tudo na nova Summoners Rift mas infelizmente a narração é em coreano rs! Lembrando que a numeração do tempo está de trás para frente (em negativo) por conta do vídeo ainda estar ao vivo!
EDIT: Pessoal, saiu o vídeo só do jogo, coloquei ele agora. Aproveitem a Lulu jungle!
Lista dos Jogadores aos 3min06segs
Picks e Bans aos 3min35segs
Começo do jogo aos 7min27segs
Fonte: Reddit
30/05/2014
29/05/2014
Descrição do Trabalho: Uma Conversa com Xpecial
12:37
Unknown
DESCRIÇÃO DO TRABALHO: UMA CONVERSA COM XPECIAL
Para cada vitória que vemos os jogadores profissionais atingirem no mundo do eSports, existem elemento que não vemos que permitem que eles possam conquistar a tão aclamada vitória. Enquanto a maior parte do público ainda está se acostumando com a ideia de que jogos profissionais não é apenas uma novidade passageira e sem importância, os fans mais dedicados também não percebem por quanto trabalho duro e testes esses Pro Gamers passam no seu dia-a-dia.
Em resumo, a vida não é um mar de rosas.
Alex “Xpecial”Chu abriu suas asas e voou para o mundo do eSports, enquanto a maior parte dos jovens da idade dele estavam se preocupando em entrar em uma boa faculdade e como ter sua parte no mercado de trabalho quando se formassem. Como integrante da Solomid, Xpecial ganhou sua participação em campeonatos e competiu internacionalmente; após mudar para a Team Curse recentemente, ele procura escrever o próximo capítulo da sua história no mundo do eSports.
Nativo da Califórnia, ele é bem conhecido por ser um dos veteranos mais discretos na LCS. Em consenso geral ele é um dos melhores Suportes da sua região graças à consistência, jogadas bem boladas, conhecimento das mecânicas do jogo e nenhuma dessas características se defasaram com o tempo. Sua rotina é muito importante, especialmente antes dos dias da LCS: depois da sua caminhada antes da competição, ele tenta jogar uma partida de SoloQ antes do evento e reserva água e energéticos para partidas mais longas que o comum.
“Isso é algo meu. Não tem nada de espetacular, mas é um pequeno ritual”.
Talvez isso seja o que melhor descreve Xpecial: nada chamativo ou direto de mais, mas prático, consistente e eficiente. Após viver e trabalhar por dois anos com um time, Xpecial descobriu que se adaptar a um novo lugar, nova equipe e organização será um grande desafio. Quanto mais um profissional joga, mais ele deve se manter afiado mecânica e mentalmente. Em uma indústria que preza pela juventude, surtar é o pior que pode acontecer para esses profissionais. Xpecial sabe disso.
“Algo que muito tem comentado é que eu jogo outros jogos que não o LoL e faço outras coisas para relaxar, pois é muito importante,” ele disse. “É bem fácil surtar jogando LoL, já joguei por cerca de quatro anos... Algumas vezes cansa”.
“Focar-me em outras coisas é a única maneira para que eu possa estender meu tempo como profissional”.
Outro fator que influencia “a vida útil” do profissional é saber dividir o momento de trabalho e de diversão, já que se misturam facilmente: como o próprio Xpecial explica, algumas vezes é difícil diferenciar um tempo do outro.
Entrar nesse mundo profissional do League of Legends significa que você irá se deparar com uma linha tênue entre trabalho e diversão; é muito fácil para os profissionais de LoL verem qualquer tempo livra para praticar. Especialmente quando competindo em jogos de alto nível, o objetivo parece ser claro: conquistar sua parte, ir para o mundial e chegar o mais longe que conseguir. Assim como ter que estar sempre pronto e preparado para todos os jogos, essa maratona ao longo de um ano inteiro é bem cansativa e pesa na vida dos jogadores.
“Eu gostaria de ter um tempo livre, mas quando começamos a temporadas e antes das competições, não temos nenhum tempo livre. Na maior parte dos trabalhos você sempre tem “férias”, não importa o que aconteça, e se adaptar a não ter descanso é bem difícil. Mesmo agora eu tenho que me cuidar para não surtar quando estamos na reta final”.
“Sinto que a comunidade não faz ideia de como trabalhamos muito diariamente, nem quanto tempo investimos na nossa profissão. Eles só veem os resultados, mas não posso culpa-lo – isso É o que eles veem”.
Resultados são importantes nessa indústria por conta da natureza única do relacionamento deles com sua audiência. Mídias como Twitter e Reddit permitem que eles saibam das críticas – boas ou ruins – quase que instantaneamente. Contudo, construir essa fama é importante, pois cria um porto seguro para esses jogadores, caso as coisas deem errado. Poder jogar ao vivo (streams) para agradar a seus fans já pagou muito da comida e do aluguel desses jogadores.
Contudo, marketing não é exatamente a especialidade desses jogadores. Eles foram contratados para jogar o melhor que puderem. Para Xpecial, conseguir balancear o que seus fans querem, o que os patrocinadores exigem e o que o seu time precisa é essencial para manter os holofotes acesos. Se aventurar em território desconhecido significa se jogar de cabeça ou pedir ajuda.
“Em termos do que fazer nas mídias sociais, e se tivermos alguma dúvida, temos outros quatro jogadores na equipe, empresários, treinadores e outras ferramentas – sempre podemos perguntar para os outros,” ele disse. “Essa é a vantagem de trabalhar com uma equipe. Não há uma competição absurda entre nós, como é comum em outros trabalhos. Nós temos mais cabeças e mais ideias para partilhar”.
“Você pode olhar para o Liquid (criador da equipe), e ele está nesse campo a muito tempo e tem muita experiência, e você pode ver como as coisas são organizadas”.
Ele explica que em jogos de equipe, é fácil para um jogador acabar se tornando famoso por conta do seu time. Nos melhores casos, o sucesso da equipe vem por conta dos seus jogadores individualmente, junto com os fans que são atraídos pelos resultados. Contudo, quando a equipe ainda está começando, existe uma necessidade de que cada um reflita no todo da equipe (fazer a diferença).
Enquanto ele se prepara para o começo desse verão com uma nova equipe, ele diz que fazer a diferença é essencial no seu dia-a-dia. Jogando com seus novos companheiros, aprendendo novas estratégias e peculiaridades, uma coisa se mantém imutável: sua vontade de ser o melhor jogador que conseguir.
“Essa é uma dos maiores motivos pelo qual ainda jogo no cenário competitivo de League of Legends. Sempre estou me perguntando como posso melhorar e tentando melhorar”.
Fonte: NewsAzubuTV
19/05/2014
Necro fala sobre o e-sport BR
20:17
Unknown
Bom dia pessoal!
Com mais mudanças na lineup de um time do CBLoL, hoje eu vou abordar um tópico de negócios e e-Sport. Um tópico que eu imagino, faz falta no mercado de e-Sport tupiniquim: Projetos.
Todos que são versados em disciplinas administrativas sabem que um dos pilares de projeto é... Prazo.
Vamos expandir um pouco o que significa isso. Ter um prazo não só significa uma data para entregar umas coisas, mas uma estimativa de quanto tempo você precisa para realizar as coisas que você quer. Vale lembrar que prazos também são esticados - é só pensar em Obras. Sempre dá uma esticadinha.
Ter prazos significa ter um certo planejamento, de modo que as coisas dêem certo ou, se derem algum problema você já está preparado para resolvê-lo.
Ao analisar o e-Sport brasileiro, no entanto... os conceitos de prazo e planejamento parecem não existir. O que existe é uma cultura de imediatismo e descaso com o dinheiro.
Resumindo num pensamento: "Não tá dando certo? Tudo bem, eu pago pela solução de última hora disponível".
Vemos isso nas equipes. Recentemente uma equipe mandou dois jogadores embora (e discutivelmente quebrou o limite de substituições da temporada) porque estava perdendo muitos jogos nessa temporada, como se trazer dois jogadores novos (e estrangeiros) fosse resolver todos os problemas. E de fato, por quenão fizeram isso no começo da temporada? Claro, porque não tinham o projeto ou o planejamento pra fazer isso.
A cultura do imediatismo não se resume a uma equipe. Nosso CBLoL de 2014 está repleto de atrasos e problemas técnicos, assim como falta de estrutura no evento presencial que aconteceu.
Dentre os problemas, podemos citar: falta de garantia da estabilidade da conexão dos jogadores nas etapas online (porque as etapas são, huh, online), ausência de atrações alternativas e praça de alimentação condizente com o porte do evento em Porto Alegre, assim como atrasos na programação do evento presencial - que gerou a necessidade da Riot Games devolver o valor total dos ingressos do primeiro dia aos pagantes.
Existem soluções de mercado para evitar isso. As equipes podem começar a cultivar categorias de base, para ter uma longevidade maior que uma temporada. Os eventos podem (e devem) ser planejados com mais do que dois meses de antecedência (gente, festas universitárias para 3mil pessoas são planejadas de 4 a 6 meses antes de acontecerem. Imagina eventos para 55mil pessoas).
Só que para essas coisas acontecerem, é necessário um pensamento completamente oposto do ubíquo imediatismo enraizado na cabeça das administrações de e-Sport tupiniquins: o pensamento de dar um passo para trás para poder dar dois pra frente. Até mesmo para dar um salto você precisa ir um pouco pra trás pra pegar impulso.
Mas, claro. Podemos notar a evolução. Não pensem que tudo está uma droga - o cenário está melhorando, passo a passo. Cada vez temos eventos melhores e maiores, mas logo logo estaremos dando de cara com uma parede se não começarmos a planejar melhor.
Um bom final de semana e beijos do careca!
Fonte: Pagina do Necro
16/05/2014
13/05/2014
12/05/2014
A vida de Bjergsen antes da LCS!
21:20
Unknown
Não é novidade pra ninguém que o midlaner da TSM, Bjergsen é muito bom e muito famoso. O jogador ficou em primeiro lugar na votação pro Allstars, e é considerado um dos melhores jogadores do Cenário Competitivo Norte-Americano.
Mas como era a vida de Bjergsen antes de entrar pra LCS? Isso o jogador explicou em um post feito por ele mesmo a um tempo atrás no Facebook, em inglês, mas você pode conferir aqui o post traduzido em PT-BR logo abaixo!
"Com o meu recente sucesso, eu gostaria de compartilhar com vocês como era a minha vida antes da minha entrada na LCS, e como tudo mudou desde então. Minha vida na escola nunca foi muito boa, minhas notas eram boas, mas haviam outras coisas que me faziam querer estar longe dali. Desde a 4ª/5ª série eu sofria muito bullying, é difícil ser aquele moleque baixinho e magrelo da escola. Você não pode revidar, e não pode vencer. Eu sofria muito bullying dos garotos da minha sala e do meu professor, e eu começei a realizar que aquilo nunca iria parar. Minha escapatória nos meus tempos de depressão sempre foram video-games. Jogar era o que eu sempre fazia assim que eu chegava da escola. Eu mantia aquilo em segredo, até porque eu achava jogar não era tão aceito na nossa sociedade e eu não queria dar mais razões pros garotos da escola me zoarem mais ainda.
Tive anos difíceis, mas finalmente cheguei na 8ª série, que foi aonde pensei que tudo mudaria, já que eu estava mudando pra uma escola maior e com um professor diferente. Durante essa época eu estava bem depressivo e não queria ir mais pra escola, apesar de achar que a nova escola poderia ser uma nova chance na minha vida, mas eu era obrigado, então eu não tive muita escolha.
Infelizmente, na escola nova não foi nada diferente do que era. O bullying, as brincadeiras entre os garotos da minha classe passaram a ser por agressões físicas, o que acabou resultando comigo raramente indo pra escola. Mais ou menos na metade do ano eu saí da escola devido a depressão e ansiedade. Eu estava na pior época da minha vida, eu raramente falava com alguém que não fosse da minha família. Eu ficava trancado no meu quarto o dia inteiro jogando o League of Legends como uma distração. Era a única coisa que fazia "sentido" pra mim, e era a única coisa que eu gostava de fazer. Meus parentes tentaram inúmeras vezes me incentivar a ir pra escola de novo, mas eu ia, e uma semana depois eu parava de ir de novo por ter outra recaída.
E foi nessa época que eu comecei a ficar muito bom no League of Legends e consegui um elo bem alto, sendo reconhecido por jogadores bons e famosos. Comecei a jogar campeonatos online, e, mesmo com as recompensas em dinheiro sendo pequenas, ganhar algum dinheiro por simplesmente jogar era incrível pra mim. Depois de muitos times, eu acabei entrando no time que mudaria a minha vida... o Copenhagen Wolves. Nós fomos pro meu primeiro evento presencial no inverno de 2012, o Dream Hack. Eu quase acabei não indo devido a minha ansiedade, mas o Defício (que era o manager do time na época, atual caster da LCS EU) depois de uma longa conversa comigo e com meu pai, ele me convenceu a ir e prometeu que cuidaria de mim e que me ajudaria com qualquer coisa que eu precisasse. Eu era uma criança muito estranha e que não sabia fazer nada sozinho, então ter alguém como o Deficio pra me ajudar com qualquer coisa que eu precisasse me ajudou muito a perder essa minha ansiedade.
No Dream Hack a gente terminou em terceiro lugar e nós entramos pras classificatórias pra LCS. Nessa época, tudo o que eu queria era tirar algum dinheiro em cima disso, porque eu não fazia idéia do que a LCS realmente era. Infelizmente, eu era novo demais pra jogar a qualificatória e a LCS, portanto meu time teve que jogar sem mim. Nessa época, meus parentes ainda estavam tentando me fazer voltar pra escola, e, honestamente, eu não tinha expectativa nenhuma do meu time se classisficar, então eu estava em uma época muito confusa da minha vida, em que eu não sabia o que fazer e o que iria acontecer dali pra frente.
Porém, de alguma forma, meu time fez jogos incríveis e se classificaram pra LCS, derrotando times favoritos com vitórias convincentes. Óbviamente, eu estava muito feliz em relação a isso, mas eu ainda não tinha a mínima idéia de como era estar na LCS. Após meu time perder nas 3 primeiras semanas consecutivas, finalmente eu fiz 17 anos e agora eu poderia jogar no time.
Na nossa primeira vitória, eu fiz um pentakill, e do nada começou a surgir uma "hype" enorme pra cima de mim, mas tudo o que queria era ficar debaixo do radar. Eu não queria fama. Eu não queria ser entrevistado. Eu não queria que as pessoas que me conheciam soubessem o que eu estava fazendo, porque eu pensava que jogar profissionalmente não era algo muito "aceito" na nossa sociedade. A Riot pedia pra ESL toda semana pra fazer entrevistas comigo mas eu sempre recusava, eu só não queria os holofotes. Mesmo assim, várias pessoas ouviram falar de mim e começaram a escrever sobre mim em sites, fan pages e etc. Não quero parecer "rude", mas eu achava que todos os meus fãs eram idiotas. Quem iria querer ser fã de um nerd, um cara que saiu da escola porque sofria bullying e era zoado pelos valentões? Eu nunca falava muito com os outros jogadores no primeiro split porque eu era muito tímido e inseguro. Eu estava constantemente assustado porque eu achava que se eu dissesse alguma coisa errada/estranha, todos me zoariam, já que eu era o garotinho magrelo e estranho.
Depois eu acabei descobrindo que todos os jogadores e funcionários da ESL/Riot eram muito gentis e legais comigo, e eu não tinha nada pra me preocupar. Mesmo com o nosso time não tendo muito sucesso na LCS da Terceira Temporada, eu cresci muito como pessoa nesse ano, muito mais do que eu cresci nos últimos 16 anos da minha vida.
Quando eu saí da Europa pra entrar na TSM, eu não era mais aquele garoto tímido que tava tremendo e gaguejando na sua primeira entrevista. Eu não era mais aquele garoto que fugia de todas as entrevistas e fugia dos seus problemas. Eu não estava mais usando camisas longas por causa da minha insegurança com o meu peso e meus braços. Eu era uma pessoa mudada, e eu ainda sou. Eu nunca estive tão feliz quanto agora na minha vida, e eu queria agradecer muito todas as pessoas que eu conheci e que estiveram na minha vida nesses ultimos anos. Eu gostaria de agradecer especialmente o Deficio... Se não fosse por ele, eu nunca estaria aqui hoje, ele se abriu pra mim, e eu me esforcei pra ser uma pessoa confiante que nem ele. Eu desejo pra ele toda a sorte do mundo no futuro. Eu estou orgulhoso em dizer que eu posso compartilhar toda essa história sobre meu passado, sabendo que nada vai me machucar se alguém tentar usar isso contra mim. Me desculpem se houver erros gramáticos. Estou escrevendo isso do meu celular, então tá meio bagunçado. Desculpem pela leitura longa, eu só queria que vocês soubessem que se vocês estão numa época muito ruim da vida de vocês, aguente firme... as coisas vão melhorar!"
Fonte: Facebook


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